Colocar suas imagens na web é uma ótima forma de mostrar o seu trabalho. Mas também é uma ótima forma de ter o seu trabalho copiado/roubado. Por acaso você já passou por algum site e viu uma foto sua sendo utilizada indevidamente? Com ferramentas como a busca de imagens do Google, não é nada difícil alguém encontrar uma imagem que goste e passar a usa-la. Então, como você faria para saber se algum site está utilizando suas imagens? Uma empresa chamada Idée desenvolveu uma ferramenta que pode te ajudar nesta tarefa aparentemente impossível. O TinEye é uma ferramenta de reconhecimento de imagem com ferramenta de busca que permite identificar fotografias e buscar na internet imagens semelhantes. A busca irá procurar primeiro imagens exatamente iguais e depois passa a buscar imagens parecidas, com pequenas alterações.
Atualmente TinEye está em fase beta. O segredo do software está na forma como ele faz a busca. O TinEye analiza a imagem original, criando uma impressão digital da mesma e então procura na web comparando as “digitais” em sua base. Para fazer a busca você pode informar a URL da sua imagem ou clicar com o botão direito do mouse no IE7 ou Firefox e solicitar a busca.

O Resultado

Atualmente a base de imagens é significativamente pequena, por volta de 700.000.000 imagens. Este número deverá crescer, já que o TinEye utiliza “robôs” para carregar sua base. Se você fizer uma busca agora e não encontrar nada, não significa que ninguém esteja utilizando suas imagens – acotece que a base de busca ainda não é grande o suficiente para encontrar sua imagem.
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No meu último penúltimo post (Ensaio Samira) comentei que utilizei 3 flashes (2 SB-800 e 1 SB-600) controlados remotamente pelo built-in flash da minha câmera (Nikon D300). Isso é possível graças ao sistema AWL (Advanced Wireless Lighting) da Nikon. Esse sistema permite controlar “n” flashes fora da câmera, permitindo desta forma criar uma iluminação diferenciada para suas fotos. Aproveito então para dar umas dicas de como utilizar este sistema tão interessante e útil.
Existem algumas maneiras de utilizar o sistema AWL para disparar os flashes remotamente, tudo depende do equipamento que você possui. (Veja mais abaixo como utilizar cada um desses sistemas.)
Câmeras com sistema AWL integrado (Nikon D200, D300, D3, D80 …) – Neste caso, é possível controlar a potência dos seus flashes a partir do menu da própria câmera. Desta forma você não precisa se deslocar até o flash para ajustar a potência.
Câmeras sem o sistema AWL – neste caso nós temos algumas opções:
a. Utilizar um flash SB-800 acoplado à sapata de flash da sua câmera. Os flashes SB-800 tem a capacidade de trabalhar como Master além de Remote. Ao configurarmos ele como Master ele passa a comandar os demais flashes. Com essa opção, podemos controlar a potência dos demais flashes através do menu do próprio flash. Neste caso você vai precisar de mais de um flash (um na máquina e pelo menos mais um para iluminar o assunto).
b. Utilizar seus flashes no modo SU-4. Neste módulo seu flash vira um flash “burro” funcionando como uma fotocélula. Desta forma, sempre que ele perceber que um outro flash disparou, ele dispara simultaneamente utilizando a potência previamente programada em seu menu. O inconveniente desta opção é que, caso você esteja fotografando em um ambiente com outro fotógrafo, sempre que ele disparar o flash dele o seu irá disparar automaticamente. Uma vantagem desta opção é que você não precisa ser um usuário Nikon para utilizar seus flashes – na verdade, muitos usuários Canon usam flashes Nikon com essa opção.
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Flash e Iluminação
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Este fim de semana fui visitar os sobrinhos da minha esposa. Depois de um papo rapido no apartamento, resolvemos descer para o parquinho com as crianças. Por sorte eu estava com a minha câmera, e aproveitei para fazer algumas fotos delas enquanto brincavam.
Ao fotografar crianças estejam preparados para ralar bastante o joelho. Por que? Bem, a melhor forma de fotografar alguem, geralmente (mas isso não é regra) é fazer o clique na altura da pessoa. É obvio que você pode fotografar de outros angulos, como por exemplo, se você fotografar alguem de baixo para cima a impressão é que a pessoa é maior. Logo o inverso também acontece – ao fotografar uma pessoa de cima para baixo ela vai "ficar" menor. E é exatamente aí que esta o problema de fotografar crianças. Se você não se abaixar e ficar na altura delas elas vão parecer menores do que realmente são.
Durante as fotos que fiz dos sobrinhos da minha esposa eu não consigo lembar quanto tempo eu fiquei em pé – acredito que fiquei de joelhos e até mesmo deitado no chão durante uma hora clicando.
Depois de fazer as fotos delas brincando no parquinho, resolvi fazer algo diferente. Eu já tinha visto este tipo de foto algumas vezes na internet e em revistas mas até este dia nunca tive a oportunidade de tentar.
A foto do Bernardo aí em baixo foi feita de seguinte forma:
- Enquanto eu segurava o Bernardo pelos braços (vocês podem ver as minhas mãos na foto rsrsrs) minha mulher me abraçava por trás, segurando a camera na altura do meu peito. Começamos a girar, eu, o Bernardo e a minha mulher. Enquanto girávamos, íamos fazendo as fotos. A dica aqui é usar uma velocidade relativamente baixa (1/30s) para poder captar o movimento atrás – como o posicionamento do Bernardo em relação a câmera era praticamente estável, ele ficou mais em foco.
Atenção: Treine um pouco (quem for fazer a foto e quem for segurar a criança) para não cairem e acabar machucando a criança.

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